Dead Island




Quem acompanha a geração de games, notou que nos últimos tempos os jogos tem se aproximado mais do real e do emocional, deixando de ser uma simples diversão. A principio nossa referência de jogos de zumbis era o tradicional Resident Evil, um jogo de enigmas e charadas com zumbis se arrastando de um lado para outro lentamente, se você não soubesse economizar munição em poucos minutos seu personagem virava prato principal. Em Resident Evil era explicado que a origem dos zumbis vinha do T-vírus. Até ai tudo muito bem explicado.




Com o passar dos anos a coisa foi ficando cada vez mais desesperadora em Left 4 Dead, jogo no qual seu objetivo era fugir, manter seus amigos vivos e descarregar seu pente de munição na cabeça do primeiro zumbi velocista que aparecia (sim, dessa vez eles eram muito mais velozes que corredor da São Silvestre). Na história desse jogo você sabia que eram poucos os sobreviventes e tinham que ir de um ponto ao outro do mapa, não era explicado absolutamente nada com relação a origem da infestação que atingiu os 99,99% da população, o que deixava o jogo com um ar de mistério e desespero fazendo qualquer um desistir na primeira orla de zumbis.




Em 2011 a coisa mudou. 

Bastou um único trailer desesperador com um apelo emocional para impactar qualquer marmanjão sem coração. Dessa vez a aproximação com o público era muito maior, talvez pela covardia de apelar para um lado familiar com uma musica triste de fundo. Digo covardia, mas não que eu ache ruim, muito pelo contrário, sou 100% a favor disso, pois mostra o quão próximo está um jogo da realidade. Até agora não se sabe se o jogo é bom ou ruim, mas as especulações aumentam cada vez mais. Vejam o trailer e tirem suas próprias conclusões.



Mais informações em Dead Island.

Se vocês esta pensando que escrevi tudo isso para divulgar o jogo, você acertou. 
Achou ruim? Sinceramente espero encontrar seu cadáver ambulante no Dia Z.

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